terça-feira, 22 de março de 2011


Sabia que quanto maior a quantidade de água e fibra de um alimento e quanto menor a quantidade de gordura, menor é a densidade energética de um alimento? E que a densidade energética é um óptimo recurso para comparar alimentos diferentes quanto às calorias que contêm?

segunda-feira, 21 de março de 2011

Vantagens da prática desportiva na saúde da mulher

              A actividade física, desde cedo, mostra-se como um meio de prevenção de doenças, e uma das melhores formas de promover a saúde de uma população. A prática regular de actividade física, beneficia sem dúvida a saúde da mulher, tanto a nível social, como a nível mental. 
            Para a mulher, a actividade física, melhora o equilíbrio emocional; eleva a sua auto-estima, já que a mulher cada vez mais se importa com o seu aspecto físico, o que a leva a fazer juízos acerca do seu valor, e da sua competência na realização das tarefas da vida; reduz o stress, a sua ansiedade e os sintomas de depressão; como a actividade física fornece nutrientes às células cerebrais, estas melhoram o seu funcionamento e aumentam a sua concentração; diminui também o risco de cancro e previne as dores crónicas das costas.
            O desporto assim, considera-se uma actividade cultural que enriquece a saúde da mulher, pois permite ao indivíduo conhecer-se melhor, exprimir-se, realizar-se e desenvolver-se plenamente, demonstrando assim todas as suas capacidades, e permite uma boa interacção social. Sendo assim o desporto considera-se uma fonte de prazer que proporciona bem-estar e saúde.
            A mulher, devido ao stress que enfrenta diariamente, necessita de ter uma actividade física que reduza este tipo de tensão, pois produz uma substancia chamada beta-endorfina, o que dá à mulher uma sensação de conforto, prazer, alegria e bem-estar.
            Conclui-se que a actividade física e os seus benefícios são iguais tanto para o lazer, para o trabalho e para a educação. Estas visam um bem-estar da mulher para que esta possa executar todo o tipo de actividades na melhor condição e rendimento possíveis. 


Texto realizado pelo Grupo III, 12º G

domingo, 20 de março de 2011

Saúde para o século XXI

              Porque, ao ser a mesma de sempre, a saúde não é menos do que exigência de mudança radical na economia, na política e na cultura.
              No ano de 1948, a Organização Mundial de Saúde viu incluída na sua carta constitutiva uma definição de saúde como «um elevado padrão de saúde física, mental e bem-estar e não apenas a ausência de doença». Coerentemente, concretizou essa visão ambiciosa no Programa Saúde para todos até 2000, enfatizando aí a redistribuição dos recursos mundiais para a saúde e a transformação de gastos militares em despesas de saúde como suportes essenciais de um direito efectivo em escala mundial.
              O tempo destas referências parece ter-se desvanecido. Ao primado dos direitos substituiu-se o dogma do encurtamento do Estado e dos gastos sociais. É uma cultura pobre e uma visão estreita da saúde. Mas não é sábia.
Não é uma cultura de lutadores mas uma cultura de funcionários. Mas, neste tempo de império dos indicadores estatísticos, a saúde persiste em ser um complicador que não se deixa confinar às percentagens.
              Em contraponto a essa visão reducionista, existe um outro olhar, personalizado, integral e participativo o da «clínica geral».
               Se assim for, a clínica geral, com a componente personalizada e a componente comunitária, é a matriz da saúde para o século XXI. Tal como o foi, afinal, em todos os séculos até aqui.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Hábitos alimentares são formados no 1° ano de vida

É de grande importância que as crianças aprendam a comer de uma forma correta desde cedo uma vez que os hábitos alimentares são formados no 1° ano de vida, dentro da família, e conservados na vida adulta. O ambiente familiar é, o início e talvez, o mais importante influenciador dos hábitos infantis.

Sendo assim, alimentação saudável nesta fase da vida tem papel fundamental e essencial para permitir um normal desenvolvimento e crescimento, uma vez que práticas alimentares inadequadas trarão consequências futuras sobre a saúde da criança, com o aparecimento de doenças, retardo no crescimento e atraso escolar.


Os cuidados com a criança no primeiro ano de vida são fundamentais, por ser esta uma fase em que ela se encontra extremamente vulnerável, tendo em vista o fenómeno do crescimento e a sua total dependência. Dentre as necessidades básicas para assegurar a sobrevivência, o crescimento e o desenvolvimento adequado, a nutrição assume papel importante.


O processo nutritivo é, em consequência, involuntário e depende da selecção alimentar. Este processo é importante ao longo de toda a vida, particularmente em determinados períodos, como sejam a infância e a adolescência, a gravidez ou a terceira idade. A criança, por se encontrar em fase de crescimento, é extremamente dependente de uma alimentação saudável e, por isso, mais sensível às carências, desequilíbrios ou inadequação alimentar.


É no 1º ano de vida que a criança deve passa pelo peito da mãe, e nesse ato não é só o leite que se oferece ao bebé, são todos os nutrientes necessários, são todas as defesas que a criança necessita, é o momento especial. E para a mãe, amamentar ajuda voltar a seu peso anterior, favorece a contracção uterina e previne hemorragias no pós-parto, diminui o risco de câncer de mama e de ovário e reforça o vínculo mãe-filho(a).


A Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde recomendam que o bebé deve ser alimentado exclusivamente com leite materno até 6 meses de vida. Somente a partir de 6 meses é que se deve começar a introdução de novos alimentos, mas sem abandonar a amamentação, que pode prosseguir até 2 anos de idade ou mais, se assim a mãe e a criança desejarem.